Quatro camadas protegiam o cavaleiro, mas também tinham pontos fracos

CAMADA INTERNA

Como ficavam em fricção direta com o corpo, a “cueca”e a “camiseta” eram de linho ou algodão (o mesmo material também era usado numa espécie de touca amarrada sob o queixo). Outra opção era uma peça única, tipo um camisão, chamado chemis

CAMADA INTERMEDIÁRIA 1

Esse “enchimento” praticamente obrigatório, cuja camada externa podia ser de couro, protegia a pele e absorvia o impacto dos golpes. Quem não podia pagar uma armadura completa se virava só com esse estofo e uma cota de malha

CAMADA INTERMEDIÁRIA 2

A cota de malha era uma série de aros de aço entrelaçados. Era tão eficaz contra armas de corte que permitia dispensar peças da armadura externa (gerando agilidade). Podia ser combinada a partir de diversas peças, dependendo da riqueza e do status do dono

CAMADA EXTERNA

Geralmente feita de peças de aço ou outro metal leve, a armadura típica do século 15 era bem sofisticada. Armas de corte raramente a penetravam e as de impacto eram defletidas em suas curvaturas. Suas únicas vulnerabilidades eram flechas de arco longo, dardos de alguns tipos de bestas e armas de fogo

Pontos vulneráveis:

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OLHOS: Por mais fechado que fosse qualquer capacete ou elmo, sempre havia uma abertura para não bloquear a visão

CABEÇA:Nem todo combatente tinha condições de proteger o crânio de maneira eficiente

AXILA:Para permitir o movimento dos braços, poucas armaduras protegiam a área. Uma lâmina podia penetrar aqui e chegar até o pescoço ou o tórax

JOELHOS E OUTRAS DOBRAS:Eram suscetíveis a facas e adagas. Essas armas tinham vantagem caso o cavaleiro fosse encurralado numa área de batalha mais apertada

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